domingo, 3 de agosto de 2014
Transformai-vos: E-book Grátis - 7 passos para a evangelização...
Transformai-vos: E-book Grátis - 7 passos para a evangelização...: 7 passos sobre como desenvolver uma vida de evangelização natural e relacional, na qual a mensagem do Reino de Deus é propagada no dia-a-di...
sexta-feira, 18 de julho de 2014
MUDANÇAS
Quem tem de mudar de residência já sabe que é preciso planejamento, esforço e dedicação para que tudo dê certo. A mudança resulta em desgaste físico e mental, irritações e preocupações. Parece que o dia fica longo e as horas não passam, que o caminhão não enche nunca e a casa ainda está cheia de coisas. Além disso, torcemos pra que não chova.
Quando fazemos mudanças em nossas vidas, também é assim: vamos sofrer e não vai ser nada fácil!
Elas vão exigir planejamento, esforço, dedicação e compromisso - não podemos olhar para trás.
Por exemplo, quem decide abandonar as drogas, passa pela "síndrome da abstinência": no primeiro mês vai ter perturbações , enjoos, dores, irritações e desordens, entre outros sintomas. Mesmo com tanto sofrimento, é preciso se conter e, conforme o caso, procurar auxílio médico.
Quem decide morrer para os pecados para viver com Cristo também enfrenta as dores da mudança.
Quem muda deve prever um período de irregularidades, mas também saber que elas durarão pouco tempo e valem a pena - há pessoas felizes com nosso esforço.
Vamos nos arranhar e quebrar velhos hábitos e costumes para recomeçar nossa vida em outros caminhos, beber água de uma nova fonte e esquecer as trilhas velhas em que andávamos aos tropeços. Quem nos conhecia tem de perceber a diferença: um novo brilho, divino, quie nos ajudará a reconquistar a confiança e o respeito de todos.
Nossa primeira atitude para essa mudança de vida é aceitar e ter a humildade de reconhecer que somos fracos perante o pecado ( aquilo que desagrada a DEUS) e que ele destrói nossa vida.
Apesar de todas as suas consequências, esta mudança vale a pena e é a mais importante de nossas vidas.
É por meio desta decisão que temos a certeza que o Senhor Jesus tomará conta de nós para sempre.
VALE A PENA MORRER PARA O PECADO E VIVER EM CRISTO.
Quando fazemos mudanças em nossas vidas, também é assim: vamos sofrer e não vai ser nada fácil!
Elas vão exigir planejamento, esforço, dedicação e compromisso - não podemos olhar para trás.
Por exemplo, quem decide abandonar as drogas, passa pela "síndrome da abstinência": no primeiro mês vai ter perturbações , enjoos, dores, irritações e desordens, entre outros sintomas. Mesmo com tanto sofrimento, é preciso se conter e, conforme o caso, procurar auxílio médico.
Quem decide morrer para os pecados para viver com Cristo também enfrenta as dores da mudança.
Quem muda deve prever um período de irregularidades, mas também saber que elas durarão pouco tempo e valem a pena - há pessoas felizes com nosso esforço.
Vamos nos arranhar e quebrar velhos hábitos e costumes para recomeçar nossa vida em outros caminhos, beber água de uma nova fonte e esquecer as trilhas velhas em que andávamos aos tropeços. Quem nos conhecia tem de perceber a diferença: um novo brilho, divino, quie nos ajudará a reconquistar a confiança e o respeito de todos.
Nossa primeira atitude para essa mudança de vida é aceitar e ter a humildade de reconhecer que somos fracos perante o pecado ( aquilo que desagrada a DEUS) e que ele destrói nossa vida.
Apesar de todas as suas consequências, esta mudança vale a pena e é a mais importante de nossas vidas.
É por meio desta decisão que temos a certeza que o Senhor Jesus tomará conta de nós para sempre.
VALE A PENA MORRER PARA O PECADO E VIVER EM CRISTO.
sábado, 21 de junho de 2014
Aceitar - sinônimo de receber
Significado de Receber
v.t. Aceitar (o que é oferecido, ou enviado): recebi o presente, a correspondência.
Entrar na posse de: receber uma herança.
Entrar na posse de: receber uma herança.
Nem todas as denominações evangélicas usam o termo "Aceitar a Cristo". Mas, depois de pesquisar o significado de receber, concluí que "aceitar a Cristo" é um termo bíblico.
Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que creem no seu nome. João 1:12
Foi pensando nisto que resolvi tirar de minhas amigas e companheiras no Grupo de Oração, suas definições a respeito do que é "aceitar a Cristo" e fiquei surpresa com suas respostas!
Respostas francas e sinceras de suas identificações como cristãs.
Vou postar aqui suas palavras que ficarão como testemunhos seus do que é "aceitar a Cristo":
Maria Helena Pereira -
Aceitar a Cristo é mudança radical de vida, entrega total a Cristo. Jesus em primeiro lugar.
Terezinha Luiza Roza -
Jesus nos aceitou primeiro. Aceitá-lo é reconhecimento do Seu Amor. É renunciar a nós mesmos.
Jesus é nosso porto seguro.
Silvana Cury Santos -
Aceitar a Cristo é conhecer Jesus, não só o Jesus histórico (menino e homem), mas o Filho de DEUS - é entregar o controle de sua vida para Ele, orando e conversando com Ele.
Geovanete -
Minha definição é tirado de uma declaração de Pedro apóstolo:
"Para onde iremos, Senhor? Só tu tens palavras de vida eterna." Jesus é o nosso único refúgio
Beatriz Moreno
É uma graça que DEUS nos concede de nos aceitar primeiro, e através disto que a gente se entrega.
Beatriz Moreno
É uma graça que DEUS nos concede de nos aceitar primeiro, e através disto que a gente se entrega.
Rios de água viva
"Se alguém tem sede, venha a mim e beba, porque quem crer em mim, do seu interior fluirão rios de água viva". João 7: 38
Como definir uma pessoa que tenha Cristo em sua vida e que do seu interior flua rios de água viva?
Augusto Cury, na sua visão de psicólogo, escreveu em seu livro - O Mestre dos Mestres- :
...Cristo dava a entender que a psique humana é um campo de energia que possui um fluxo contínuo e inevitável de pensamentos e emoções e que este fluxo é a maior fonte de entretenimento humano. Porém, queria transformar essa fonte, enriquecê-la, torná-la estável e contínua. Prevenir os episódios repressivos, reciclar as influências genéticas para o humor depressivo, por intermédio da arte de pensar, do gerenciamento dos pensamentos negativos, da capacidade de trabalhar os estímulos estressantes, expandir a capacidade de sentir prazer diante dos pequenos estímulos da rotina diária, aprender a se interiorizar, viver uma vida plenamente tranquila na turbulenta e *intransigente escola da existência.
Palavras preciosas de um raciocínio brilhante!
Augusto Cury conseguiu traduzir o que o Espírito Santo pode fazer e como pode atuar no ser humano.
Sim. Porque só com ação do Espírito de Deus na psique humana pode haver esta energia de libertar-se do que é nocivo à nossa mente.
O ser humano não consegue, com suas próprias forças , transformar esta fonte de emoções e pensamentos em algo que possa "fluir rios de água viva". Pode, sim, seguir este processo de prevenir, reciclar, trabalhar e expandir sua capacidade de prazer, interiorizando-se acompanhado da meditação e busca da palavra e orientação de DEUS, seguindo as pegadas do Mestre. Colocar o Seu Amor em suas atitudes e em seu viver. Receber os ensinamentos de Jesus e crer no Seu Nome, tornando-se filho de DEUS e, nesta condição viver intensamente uma vida plenamente tranquila com a Paz Divina.
“Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome.” João 1.12
Como definir uma pessoa que tenha Cristo em sua vida e que do seu interior flua rios de água viva?
Augusto Cury, na sua visão de psicólogo, escreveu em seu livro - O Mestre dos Mestres- :
...Cristo dava a entender que a psique humana é um campo de energia que possui um fluxo contínuo e inevitável de pensamentos e emoções e que este fluxo é a maior fonte de entretenimento humano. Porém, queria transformar essa fonte, enriquecê-la, torná-la estável e contínua. Prevenir os episódios repressivos, reciclar as influências genéticas para o humor depressivo, por intermédio da arte de pensar, do gerenciamento dos pensamentos negativos, da capacidade de trabalhar os estímulos estressantes, expandir a capacidade de sentir prazer diante dos pequenos estímulos da rotina diária, aprender a se interiorizar, viver uma vida plenamente tranquila na turbulenta e *intransigente escola da existência.
Palavras preciosas de um raciocínio brilhante!
Augusto Cury conseguiu traduzir o que o Espírito Santo pode fazer e como pode atuar no ser humano.
Sim. Porque só com ação do Espírito de Deus na psique humana pode haver esta energia de libertar-se do que é nocivo à nossa mente.
O ser humano não consegue, com suas próprias forças , transformar esta fonte de emoções e pensamentos em algo que possa "fluir rios de água viva". Pode, sim, seguir este processo de prevenir, reciclar, trabalhar e expandir sua capacidade de prazer, interiorizando-se acompanhado da meditação e busca da palavra e orientação de DEUS, seguindo as pegadas do Mestre. Colocar o Seu Amor em suas atitudes e em seu viver. Receber os ensinamentos de Jesus e crer no Seu Nome, tornando-se filho de DEUS e, nesta condição viver intensamente uma vida plenamente tranquila com a Paz Divina.
“Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome.” João 1.12
domingo, 2 de março de 2014
"Escanhoar-se ou não escanhoar-se" - Luis Fernando Veríssimo
Achei interessante este texto de Luis Fernando Veríssimo e resolvi repassá-lo no meu blog em homenagem ao meu filho "barbudo" Lucas Pedro e a todos os "barbeados e barbudos" que resolverem ler este blog.
"Um homem fazendo a barba na frente do espelho está num momento crucial da sua existência. É um momento que se repete todas as manhãs, tão banal que ele mesmo não se dá conta do seu significado maior.
Mas todas as manhãs o homem se depara com uma escolha que pode mudar sua vida.
Deixo ou não deixo crescer a barba?
A barba quer existir. Todos os dias ela tenta. Todos os dias aparecem as pontas dos fios que, se o homem deixar, crescerão, ocuparão o seu rosto e mudarão seu visual e possivelmente sua personalidade e seu destino. E tudo depende da crucial escolha de todas as manhãs: rapar ou não rapar?
Escanhoar-se ou não escanhoar-se?
Ser ou não ser um homem com barba? E com que tipo de barba?
A escolha do homem pode ser apenas experimentar. Ele pensa: não faço a barba por alguns dias, vejo como ela cresce e como é que fica, depois decido que tipo de barba eu quero.
Posso deixá-la crescer desimpedida, sem retoques, ou posso guiá-la, aparando aqui, desbastando ali, como um artista redesenhando o próprio rosto.
É óbvio que DEUS e a Natureza querem que eu tenha uma barba, senão ela não insistiria tanto em crescer, mas a decisão de como ela vai ser - que tamanho (Robinson Crusoé ou Lula?), que estilo (renascentista, intelectual desleixado etc.?) - depende unicamente de mim. A genética, a biologia, o meio ambiente e o saldo bancário determinam o que eu sou, mas da decoração do meu rosto cuido eu.
É comum você encontrar barbas tão estranhas que deixam a dúvida: como será que seu portador se imagina, para ter uma barba assim?
Que possível autoimagem ou critério estético tem um homem cuja barba se resume num tufo abaixo do lábio inferior? Ou num bigode fino que desce pelos lados da boca em tiras que se reencontram na ponta do queixo? Você pode aceitar uma barba tipo dom Pedro II como apenas uma homenagem patriótica, mas aquele seu pacato amigo que um dia aparece com o bigode do chanceler Von Bismarck certamente decidiu mostrar ao mundo que não é nada do que parecia ser, escanhoado. Ou era mas não é mais.
Alguns bigodes hoje são inconcebíveis. Depois de Hitler, ninguém mais quis ter o bigode do Carlitos. E e você decidiu ter o bigode do Nietzsche para dar uma ideia de vigor físico e mental, saiba que o projeto levará muitos anos. Quando o bigode finalmente atingir a dimensão desejada para impressionar, estará totalmente branco, e a única impressão que você dará será a de um bom velhinho, em vez de um leão da filosofia. Um bigode como o do Nietzsche precisa ser começado na infância.
Você está na frente do espelho. Uma manhã como qualquer outra.
Aparelho de barbear ou barbeador elétrico na mão. E de repente você decide: vou mudar de cara.
Está implícito na sua decisão que você quer ser outro, com outra vida, mas por enquanto só o que você pensa é: já que a barba insiste tanto em crescer, que cresça. Que apareça. Dou permissão.
Depois escolherei a cara que quero ter.
Mas no seu subconsciente você já está escolhendo.
Um cavanhaque. Sim, um cavanhaque. Talvez um bigode com as pontas reviradas.
Ou então... Sim, Mefistófeles. É isso. Uma barba indisfarçavelmente demoníaca.
Vamos ver que vida vem junto.
- Querido, você não fez a barba hoje?
- Não. Decidi dar uma folga.
- Fica um aspecto tão sujo...
Você sorri. Ela não sabe o que a espera."
"Um homem fazendo a barba na frente do espelho está num momento crucial da sua existência. É um momento que se repete todas as manhãs, tão banal que ele mesmo não se dá conta do seu significado maior.
Mas todas as manhãs o homem se depara com uma escolha que pode mudar sua vida.
Deixo ou não deixo crescer a barba?
A barba quer existir. Todos os dias ela tenta. Todos os dias aparecem as pontas dos fios que, se o homem deixar, crescerão, ocuparão o seu rosto e mudarão seu visual e possivelmente sua personalidade e seu destino. E tudo depende da crucial escolha de todas as manhãs: rapar ou não rapar?
Escanhoar-se ou não escanhoar-se?
Ser ou não ser um homem com barba? E com que tipo de barba?
A escolha do homem pode ser apenas experimentar. Ele pensa: não faço a barba por alguns dias, vejo como ela cresce e como é que fica, depois decido que tipo de barba eu quero.
Posso deixá-la crescer desimpedida, sem retoques, ou posso guiá-la, aparando aqui, desbastando ali, como um artista redesenhando o próprio rosto.
É óbvio que DEUS e a Natureza querem que eu tenha uma barba, senão ela não insistiria tanto em crescer, mas a decisão de como ela vai ser - que tamanho (Robinson Crusoé ou Lula?), que estilo (renascentista, intelectual desleixado etc.?) - depende unicamente de mim. A genética, a biologia, o meio ambiente e o saldo bancário determinam o que eu sou, mas da decoração do meu rosto cuido eu.
É comum você encontrar barbas tão estranhas que deixam a dúvida: como será que seu portador se imagina, para ter uma barba assim?
Que possível autoimagem ou critério estético tem um homem cuja barba se resume num tufo abaixo do lábio inferior? Ou num bigode fino que desce pelos lados da boca em tiras que se reencontram na ponta do queixo? Você pode aceitar uma barba tipo dom Pedro II como apenas uma homenagem patriótica, mas aquele seu pacato amigo que um dia aparece com o bigode do chanceler Von Bismarck certamente decidiu mostrar ao mundo que não é nada do que parecia ser, escanhoado. Ou era mas não é mais.
Alguns bigodes hoje são inconcebíveis. Depois de Hitler, ninguém mais quis ter o bigode do Carlitos. E e você decidiu ter o bigode do Nietzsche para dar uma ideia de vigor físico e mental, saiba que o projeto levará muitos anos. Quando o bigode finalmente atingir a dimensão desejada para impressionar, estará totalmente branco, e a única impressão que você dará será a de um bom velhinho, em vez de um leão da filosofia. Um bigode como o do Nietzsche precisa ser começado na infância.
Você está na frente do espelho. Uma manhã como qualquer outra.
Aparelho de barbear ou barbeador elétrico na mão. E de repente você decide: vou mudar de cara.
Está implícito na sua decisão que você quer ser outro, com outra vida, mas por enquanto só o que você pensa é: já que a barba insiste tanto em crescer, que cresça. Que apareça. Dou permissão.
Depois escolherei a cara que quero ter.
Mas no seu subconsciente você já está escolhendo.
Um cavanhaque. Sim, um cavanhaque. Talvez um bigode com as pontas reviradas.
Ou então... Sim, Mefistófeles. É isso. Uma barba indisfarçavelmente demoníaca.
Vamos ver que vida vem junto.
- Querido, você não fez a barba hoje?
- Não. Decidi dar uma folga.
- Fica um aspecto tão sujo...
Você sorri. Ela não sabe o que a espera."
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
AMOR SEM LIMITES
"Eu revelei o Teu Nome àqueles que do mundo me deste...
Pai Santo, guarda-os em Teu Nome, o Nome que tu me deste, para que eles sejam um, assim como nós somos Um."
Estas palavras que você acabou de ler faz parte da oração de Jesus por seus discípulos.
Quero chamar a atenção para a primeira frase com a qual Jesus se dirige ao seu Pai.
"Eu revelei o o teu nome àqueles que do mundo me deste"(v.6).
O que significam estas palavras?
Nas Sagradas Escrituras, o "nome" significa a pessoa, seus atributos e seu caráter. Então, o que Jesus fez foi revelar aos seus discípulos quem é DEUS.
E quem é DEUS?
Com frequência se ouve a expressão " o velhinho ou o cara lá de cima".
Existem aqueles que dizem que DEUS criou o mundo, lhe deu corda, e se ausentou e apenas contempla à distância aquilo que aqui acontece.
Será que DEUS é um velhinho ou aquele que está distante e ausente?
Ou alguém indiferente aos nossos sentimentos, medos, desejos, nossas necessidades e alegrias?
Não. De maneira alguma.
Este não é o DEUS que Jesus revelou aos seus discípulos. Sua intercessão deixa isso muito claro:
"Eu rogo por eles" (v 9); "Pai Santo, protege-os em Teu Nome" (v 11); "Santifica-os na verdade e protege-os do maligno (v 15 e 17).
Nosso DEUS é alguém presente e cheio de Amor. Ele se importa conosco.
O Seu Amor não tem limites e jamais acaba.
E a maior prova que ele nos deu do seu amor por nós foi entregar Jesus Cristo, seu único Filho, para morrer na cruz do Calvário em nosso lugar, para perdoar os nossos pecados.
O nosso DEUS também é o Bom Pastor, que cuida das suas ovelhas e por elas dá a sua vida (c.f. João 10.11).
DEUS é aquele que cuida do órfão, da viúva, do necessitado, daquele que está cansado e sobrecarregado.
O nosso DEUS é aquele que convida dizendo:
"Vinde a mim todos que estão cansados e sobrecarregados e eu lhes darei descanso" (Mt 11.28)
Esse é o DEUS que Jesus revelou aos seus discípulos.
ELE É O NOSSO DEUS!
Jesus Cristo é a maior revelação do Amor de DEUS por nós!
Leitura Bíblica: João 17.6-19
(Este texto foi extraído do devocional Pão Diário, escrito por Marcos Passing.)
Pai Santo, guarda-os em Teu Nome, o Nome que tu me deste, para que eles sejam um, assim como nós somos Um."
Estas palavras que você acabou de ler faz parte da oração de Jesus por seus discípulos.
Quero chamar a atenção para a primeira frase com a qual Jesus se dirige ao seu Pai.
"Eu revelei o o teu nome àqueles que do mundo me deste"(v.6).
O que significam estas palavras?
Nas Sagradas Escrituras, o "nome" significa a pessoa, seus atributos e seu caráter. Então, o que Jesus fez foi revelar aos seus discípulos quem é DEUS.
E quem é DEUS?
Com frequência se ouve a expressão " o velhinho ou o cara lá de cima".
Existem aqueles que dizem que DEUS criou o mundo, lhe deu corda, e se ausentou e apenas contempla à distância aquilo que aqui acontece.
Será que DEUS é um velhinho ou aquele que está distante e ausente?
Ou alguém indiferente aos nossos sentimentos, medos, desejos, nossas necessidades e alegrias?
Não. De maneira alguma.
Este não é o DEUS que Jesus revelou aos seus discípulos. Sua intercessão deixa isso muito claro:
"Eu rogo por eles" (v 9); "Pai Santo, protege-os em Teu Nome" (v 11); "Santifica-os na verdade e protege-os do maligno (v 15 e 17).
Nosso DEUS é alguém presente e cheio de Amor. Ele se importa conosco.
O Seu Amor não tem limites e jamais acaba.
E a maior prova que ele nos deu do seu amor por nós foi entregar Jesus Cristo, seu único Filho, para morrer na cruz do Calvário em nosso lugar, para perdoar os nossos pecados.
O nosso DEUS também é o Bom Pastor, que cuida das suas ovelhas e por elas dá a sua vida (c.f. João 10.11).
DEUS é aquele que cuida do órfão, da viúva, do necessitado, daquele que está cansado e sobrecarregado.
O nosso DEUS é aquele que convida dizendo:
"Vinde a mim todos que estão cansados e sobrecarregados e eu lhes darei descanso" (Mt 11.28)
Esse é o DEUS que Jesus revelou aos seus discípulos.
ELE É O NOSSO DEUS!
Jesus Cristo é a maior revelação do Amor de DEUS por nós!
Leitura Bíblica: João 17.6-19
(Este texto foi extraído do devocional Pão Diário, escrito por Marcos Passing.)
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
AMOR QUE SE REVELA
Com a festa da Epifania, celebramos o amor de um DEUS que em seu Filho deseja revelar-se a todos os povos, representados pelos magos que seguem a estrela nascente.
À primeira vista, pode parecer estranho que, desejando revelar-se a todos, DEUS se encarne numa criança indefesa, na cidadezinha sem importância de Belém, no meio de gente simples e humilde. Em vez de se revelar triunfalmente, com sinais espetaculares, DEUS faz nascer uma estrela , a indicar o caminho até seu Filho.
Uma estrela que é o presente divino ao desejo humano de encontrar a eternidade, o próprio Senhor e Criador.
Em cada gesto de bondade e vida, podemos reconhecer hoje a estrela guia. E vivendo os valores ensinados pelo Mestre, oferecemos ao mundo sinais de que o Senhor continua vindo sempre até nós. Ele vem sempre, nas coisas simples da vida, e nos dá forças no trabalho diário, na alegria compartilhada, na solidariedade que busca aliviar a dor dos que sofrem no corpo e na alma.
Os presentes dos magos nos indicam quem é o menino recém-nascido, ajudando-nos a compreender sua missão. O ouro indica que ele é o verdadeiro Rei, diferente dos reis da terra, pois Jesus vem instaurar o reinado de DEUS, pelo perdão e pela justiça. O incenso indica que ele é DEUS e como tal deve ser adorado, em seu infinito poder de amar e dar a vida. A mirra indica a natureza humana de Jesus, DEUS que se encarna, assume a condição humana, sofre até as últimas consequências e dá a vida na cruz.
E nós, onde e quando temos encontrado o Senhor?
Quais presentes temos oferecido a Ele?
O discípulo de Jesus não vive à espera de sinais, mas transforma sua vida em sinal para o mundo:
sinal do amor de um DEUS que continua caminhando conosco.
De Pe. Paulo Bazaglia
À primeira vista, pode parecer estranho que, desejando revelar-se a todos, DEUS se encarne numa criança indefesa, na cidadezinha sem importância de Belém, no meio de gente simples e humilde. Em vez de se revelar triunfalmente, com sinais espetaculares, DEUS faz nascer uma estrela , a indicar o caminho até seu Filho.
Uma estrela que é o presente divino ao desejo humano de encontrar a eternidade, o próprio Senhor e Criador.
Em cada gesto de bondade e vida, podemos reconhecer hoje a estrela guia. E vivendo os valores ensinados pelo Mestre, oferecemos ao mundo sinais de que o Senhor continua vindo sempre até nós. Ele vem sempre, nas coisas simples da vida, e nos dá forças no trabalho diário, na alegria compartilhada, na solidariedade que busca aliviar a dor dos que sofrem no corpo e na alma.
Os presentes dos magos nos indicam quem é o menino recém-nascido, ajudando-nos a compreender sua missão. O ouro indica que ele é o verdadeiro Rei, diferente dos reis da terra, pois Jesus vem instaurar o reinado de DEUS, pelo perdão e pela justiça. O incenso indica que ele é DEUS e como tal deve ser adorado, em seu infinito poder de amar e dar a vida. A mirra indica a natureza humana de Jesus, DEUS que se encarna, assume a condição humana, sofre até as últimas consequências e dá a vida na cruz.
E nós, onde e quando temos encontrado o Senhor?
Quais presentes temos oferecido a Ele?
O discípulo de Jesus não vive à espera de sinais, mas transforma sua vida em sinal para o mundo:
sinal do amor de um DEUS que continua caminhando conosco.
De Pe. Paulo Bazaglia
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