"O que nós somos é o presente de DEUS a nós.
O que nós nos tornamos é nosso presente a DEUS."
Mas, o que podemos fazer para nos presentearmos a DEUS?
Na última postagem escrevi que devemos aparar nossas imperfeições, e digo muito mais: cuidar muito bem do que recebemos como presente de DEUS: nossa vida, nossa saúde.
A esteticoterapia é um ótimo recurso para melhorarmos o nosso viver.
E agora vamos ver sobre a RISOTERAPIA.
Continuando com as sábias orientações do Prof. Hermógenes de seu livro - Saúde na Terceira Idade, e lembrando de uma pessoa muito estimada que produz uma "sonora gargalhada", vou transcrever o que ele diz sobre o riso.
A TERAPIA DO RISO rsrsrsrsrsrs : ) kkkkkkkkkkkkkk ho ho ho!
Quase todos os órgãos da imprensa dedicam espaço ao bom humor.
Frequentemente é veiculado "Rir é o melhor remédio. Será mesmo?
Você mesmo pode recordar-se de alguma vez em que uma boa gargalhada restaurou sua boa disposição, elevou seu moral, suavizou uma aflição, revigorou o sistema todo.
Se não aconteceu com você mesmo, pode ter sido com alguém de seu conhecimento. Ao atender alguém deprimido, distressado, nervoso, aflito, angustiado, tenso, presa de fobia, enfim, vítima da "coisa", procuro dizer algo engraçado que possa lhe desafivelar a carranca sombria, enfermiça e apavorada, que possa levá-lo a sorrir.
O primeiro sorriso que desabrocha me dá a certeza de já ter começado o processo de transformação libertadora. A tensão, pesada e doída, que, há meses e até muitas vezes há anos vem sendo nutrida por velhas mágoas e densas trevas, não resiste a um sorriso desinibido e libertador.
Sorrir descontrai, solta, ilumina, desengatilha, cura. É como o raiar do Sol "dando um chega pra lá" na escuridão da noite. DEUS abençoe todos os palhaços deste mundo!
Modernas pesquisas indicam que uma estrepitosa gargalhada mexe terapeuticamente não só com toda a musculatura da face, mas também com as cordas vocais, nervos, músculos e glândulas; massageia o diafragma; age beneficamente sobre o tórax, o abdome, o fígado, os pulmões.
Finalmente, um grande remédio!
Para o sistema imunológico o riso é, segundo estudos pelo Western College of Springfield, muito especial. Uma risada estimula as atividades das células especializadas no combate a vírus e bactérias.
O nome delas é bem significativo - células assassinas.
A concentração da imunoglobina IgA, que age contra vermes e infecções respiratórias, segundo uma pesquisa, é bem maior numa platéia assistindo a uma comédia que numa que assiste a um documentário. Tudo leva a crer que nos indivíduos que assistem a filmes de monstruosidades, catástrofes, horror, crueldade e violência máxima, a imunologia é jogada lá embaixo.
O riso influencia diretamente o hipotálamo, centro cerebral que governa a reação do corpo ao estresse; também promove vasodilatação cerebral, melhorando assim o fluxo do sangue. Conforme sabemos, uma abundante irrigação sanguínea no cérebro é a garantia da lucidez mental dos idosos, de tal forma que alguns medicamentos geriátricos de grande consumo têm esta finalidade - vascularização cerebral.
Conforme insistimos em afirmar, não existe ação e reação exclusivamente físicas, portanto a risoterapia não favorece somente ao organismo material. Os efeitos salutares são também energéticos, psicológicos e intelectuais. Em outras palavras, quem ri melhora o sistema todo.
Com a mesma intensidade que a tensão debilita o sistema imunológico, engendra radicais livres e tumultua a homeostase, a distensão provocada pelo riso espontâneo melhora as defesas, reduz a oxidação e reestabiliza o meio interno orgânico.
Bom humor, moral elevado e euforia, juntos, instantaneamente lançam no sangue restauradores e mantenedores da saúde (hormônios, neurotransmissores e neuropeptídios), e, o que é muito importante, incita o timo à atividade.
O "alto astral", direta e imediatamente, estimula as funções defensivas do timo, glândula endócrina que produz e "treina" as células T, cuja incumb~encia é identificar, isolar e destruir os antígenos, esto é, os inimigos (vírus, bactérias... e células anômalas). Se não forem destruídas, multiplicam-se e produzem o câncer.
Depois de tais argumentos, sinto-me com o direito de sugerir - SORRIA!
Bom... continuarei escrevendo esta série de postagens sobre "como viver melhor para presentear a DEUS com nossas vidas" Aguarde a próxima!
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Presente de DEUS e para DEUS
Li um pensamento de Eleanor Powell que me estimulou voltar a escrever no meu blog:
"O que nós somos é o presente de DEUS a nós.
O que nós nos tornamos é nosso presente a DEUS."
Somos tão falhos, erramos tanto nossos alvos, que pensamos: Como DEUS nos aceita, e nos perdoa? Mas, o seu AMOR MAIOR é tão imenso, tão puro, que vê nossas imperfeições, mas nos ama porque somos filhos DELE. E isto podemos entender pelo "amor menor" que temos pelos nossos filhos e netos.
Digo "amor menor" em relação ao seu AMOR DIVINO, porque o nosso sentimento é muito limitado.
Mas, o que podemos fazer para nos presentearmos a DEUS?
Eu acredito que é reconhecendo nossas falhas e procurando aparar nossas imperfeições através de uma luta constante com nosso próprio EU.
Estou lendo um livro muito interessante de José Hermógenes: "Saúde na Terceira Idade", já que estou com 60 anos e quero viver de forma agradável e muito saudável (na medida do possível -rsrsrsrsr) o que ainda tenho para viver!
E, neste livro, além de muitas orientações ótimas sobre a saúde física, o autor expõe, com muita clareza, como devemos "Viver em Alta Frequência".
Gostaria de repassar tudo o que Hermógenes escreve , mas seria muito tempo exigido para os leitores internautas "apressadinhos" que querem tudo resumido e "mastigado" (não estou criticando, sou assim também, é muita fofoca social prazerosa que temos que ler neste telinha!... rsrsrsrs ).
Portanto, vou resumir e passar em doses homeopáticas para tentar atingir a todos que se dispuserem a ler, porque: VALE A PENA!!!
A ALEGRIA E A BELEZA DE VIVER
Esteticoterapia (Muita atenção a esta palavra!)
Graças a estudos teóricos, mas principalmente por experiência acumulada ao longo de mais três décadas como instrutor de pessoas em idades diversas, sendo a maioria de idosos, convenci-me de que sensações, sentimentos e emoções, finalmente, vivências afetivas, quando puras e sublimes, favorecem a saúde, prolongam a juventude e dão sabor à vida. Na mesma medida e pelas mesmas razões, as curtições vis e estressantes são destrutivas, favorecem a entropia.
Definição de entropia:
A entropia nos sistemas biológicos, inclusive o homem, é chamada de envelhecimento. É um conjunto de alterações degenerativas que, a seu tempo, leva à desorganização extrema, à morte. Enquanto sadios, dispomos de um organismo, isto é, de um sistema organizado. Quando a entropia domina, passamos a ter um des-organismo; estamos em declínio para a des-composição final. Em todo o universo, o único fenômeno que se opõe à entropia é chamado VIDA. Portanto: cultive e cultue, exalte e promova, proteja e amplie a VIDA em você!!
Emoção perversa, ruim, feia... provoca doença e acelera a decadência (entropia). Mas emoção sublime, suave e bela age no sentido oposto. Ainda bem!
Canalizar a afetividade para o lado da luz, do amor, da paz, da beleza, da harmonia, tendo em vista alcançar saúde, vitalidade e uma longa sobrevida mais feliz é o que se pode denominar esteticoterapia: chamamos sentimento estético o sentimento do belo.
Cultivar e curtir sentimentos bons, suaves e refinados, emoções elevadas e construtivas, bem como uma lúcida sensualidade sublimada amplifica a eficiência imunológica, favorece a estabilidade orgânica e reduz a intensidade dos impactos estressantes frequentes na vida de qualquer um.
Agora: pare e pense: Será que é isso mesmo? Não seria tudo isto uma "tremenda papagaiada"?
Pois é... É só olhar a sua volta e conferir:
Como anda o nosso mundo?
Como a maioria do ser humano se comporta atualmente?
Não darei resposta nenhuma, não é necessário. A mídia mostra e acentua a "decadência da humanidade".
Só vou confirmar tudo que Hermógenes escreveu com uma frase do Filho do Homem:
"Se vocês plantarem uma árvore boa, o fruto dela será bom; mas se vocês plantarem uma árvore má, também o fruto dela será mau, porque é pelo fruto que se conhece a árvore".(Mateus 12-33)
Bom, por hoje está bom!
Mas... continuarei repassando mais sobre este livro, porque
VALE A PENA!!
"O que nós somos é o presente de DEUS a nós.
O que nós nos tornamos é nosso presente a DEUS."
Somos tão falhos, erramos tanto nossos alvos, que pensamos: Como DEUS nos aceita, e nos perdoa? Mas, o seu AMOR MAIOR é tão imenso, tão puro, que vê nossas imperfeições, mas nos ama porque somos filhos DELE. E isto podemos entender pelo "amor menor" que temos pelos nossos filhos e netos.
Digo "amor menor" em relação ao seu AMOR DIVINO, porque o nosso sentimento é muito limitado.
Mas, o que podemos fazer para nos presentearmos a DEUS?
Eu acredito que é reconhecendo nossas falhas e procurando aparar nossas imperfeições através de uma luta constante com nosso próprio EU.
Estou lendo um livro muito interessante de José Hermógenes: "Saúde na Terceira Idade", já que estou com 60 anos e quero viver de forma agradável e muito saudável (na medida do possível -rsrsrsrsr) o que ainda tenho para viver!
E, neste livro, além de muitas orientações ótimas sobre a saúde física, o autor expõe, com muita clareza, como devemos "Viver em Alta Frequência".
Gostaria de repassar tudo o que Hermógenes escreve , mas seria muito tempo exigido para os leitores internautas "apressadinhos" que querem tudo resumido e "mastigado" (não estou criticando, sou assim também, é muita fofoca social prazerosa que temos que ler neste telinha!... rsrsrsrs ).
Portanto, vou resumir e passar em doses homeopáticas para tentar atingir a todos que se dispuserem a ler, porque: VALE A PENA!!!
A ALEGRIA E A BELEZA DE VIVER
Esteticoterapia (Muita atenção a esta palavra!)
Graças a estudos teóricos, mas principalmente por experiência acumulada ao longo de mais três décadas como instrutor de pessoas em idades diversas, sendo a maioria de idosos, convenci-me de que sensações, sentimentos e emoções, finalmente, vivências afetivas, quando puras e sublimes, favorecem a saúde, prolongam a juventude e dão sabor à vida. Na mesma medida e pelas mesmas razões, as curtições vis e estressantes são destrutivas, favorecem a entropia.
Definição de entropia:
A entropia nos sistemas biológicos, inclusive o homem, é chamada de envelhecimento. É um conjunto de alterações degenerativas que, a seu tempo, leva à desorganização extrema, à morte. Enquanto sadios, dispomos de um organismo, isto é, de um sistema organizado. Quando a entropia domina, passamos a ter um des-organismo; estamos em declínio para a des-composição final. Em todo o universo, o único fenômeno que se opõe à entropia é chamado VIDA. Portanto: cultive e cultue, exalte e promova, proteja e amplie a VIDA em você!!
Emoção perversa, ruim, feia... provoca doença e acelera a decadência (entropia). Mas emoção sublime, suave e bela age no sentido oposto. Ainda bem!
Canalizar a afetividade para o lado da luz, do amor, da paz, da beleza, da harmonia, tendo em vista alcançar saúde, vitalidade e uma longa sobrevida mais feliz é o que se pode denominar esteticoterapia: chamamos sentimento estético o sentimento do belo.
Cultivar e curtir sentimentos bons, suaves e refinados, emoções elevadas e construtivas, bem como uma lúcida sensualidade sublimada amplifica a eficiência imunológica, favorece a estabilidade orgânica e reduz a intensidade dos impactos estressantes frequentes na vida de qualquer um.
Agora: pare e pense: Será que é isso mesmo? Não seria tudo isto uma "tremenda papagaiada"?
Pois é... É só olhar a sua volta e conferir:
Como anda o nosso mundo?
Como a maioria do ser humano se comporta atualmente?
Não darei resposta nenhuma, não é necessário. A mídia mostra e acentua a "decadência da humanidade".
Só vou confirmar tudo que Hermógenes escreveu com uma frase do Filho do Homem:
"Se vocês plantarem uma árvore boa, o fruto dela será bom; mas se vocês plantarem uma árvore má, também o fruto dela será mau, porque é pelo fruto que se conhece a árvore".(Mateus 12-33)
Bom, por hoje está bom!
Mas... continuarei repassando mais sobre este livro, porque
VALE A PENA!!
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
NÃO FIQUE SÓ - VIVA AO SOL DE DEUS!
Quando estou no trânsito, envolta em meus pensamentos, sinto-me reconfortada quando leio em algum carro:
"Nas Mãos de DEUS". Como é bom saber que a nossa vida não está sozinha neste mundo, mas tem Alguém que está ao nosso lado!
"Mas, não estou só, porque o Pai está comigo. (Jo 16.32)
Não é preciso dizer que, agir segundo convicções, é sacrifício custoso. Poderá significar renúncias e separações, que poderão nos deixar com um estranho sentimento de privação e solidão. Mas aquele que deseja voar como a águia, para as maiores alturas, acima das nuvens, e viver ao Sol de DEUS, precisa contentar-se em viver uma vida de certa forma solitária.
Nenhum pássaro é tão solitário como a águia. A águia não vive em bandos. Quando muito se vêem duas de uma vez. Mas a vida vivida para DEUS, embora desprovida de companhias humanas, conhece a comunhão com DEUS.
DEUS procura filhos semelhantes à águia. Ninguém chega a uma percepção das melhores coisas de DEUS, sem que aprenda a andar a sós com Ele.
Encontramos Abraão sozinho nas alturas de Horebe. Moisés, instruído em toda a ciência do Egito, precisa ficar quarenta anos no deserto a sós com DEUS. Paulo, que era cheio da cultura grega precisou ir para os desertos da Arábia e aprender a vida a sós com DEUS.
Deixemos que DEUS nos isole.
Não me refiro ao isolamento de um mosteiro. Nessa experiência de isolamento de que falo, Ele desenvolve em nós independência de fé e vida; de modo que a alma não precise mais da constante ajuda, fé ou atenção do próximo. Essa assistência e inspiração de outros membros é necessária e tem o seu lugar no desenvolvimento cristão, mas chega um tempo em que os outros são um direto empecilho à fé e ao bem do indivíduo. DEUS sabe mudar as circunstâncias a fim de nos dar uma experiência a sós.
Um dia nos colocamos nas mãos de DEUS, submissos; e eis que Ele nos conduz através de alguma coisa.
Porém, quando isso passa, embora continuemos a amar do mesmo modo os que nos cercam, não dependemos mais deles e, sim, podemos ajudá-los a encontrar esse "a sós com DEUS".
Percebemos que Ele fez alguma coisa em nós e que as asas de nossa alma aprenderam a sobrevoar alturas maiores.
Precisamos atrever-nos a ficar sós.
Jacó precisou ser deixado só, para que o Anjo de DEUS segredasse ao seu ouvido o místico nome de Siló; Daniel precisou ser deixado a sós, para que tivesse visões celestiais; João precisou ser exilado em Patmos, para que pudesse receber e reter firmemente "as impressões do céu".
Jesus atravessou o vale da dor sozinho.
Estamos preparados para um "benéfico isolamento", a fim de recebermos a Luz do Sol de DEUS e sermos leais a Ele?
"Nas Mãos de DEUS". Como é bom saber que a nossa vida não está sozinha neste mundo, mas tem Alguém que está ao nosso lado!
"Mas, não estou só, porque o Pai está comigo. (Jo 16.32)
Não é preciso dizer que, agir segundo convicções, é sacrifício custoso. Poderá significar renúncias e separações, que poderão nos deixar com um estranho sentimento de privação e solidão. Mas aquele que deseja voar como a águia, para as maiores alturas, acima das nuvens, e viver ao Sol de DEUS, precisa contentar-se em viver uma vida de certa forma solitária.
Nenhum pássaro é tão solitário como a águia. A águia não vive em bandos. Quando muito se vêem duas de uma vez. Mas a vida vivida para DEUS, embora desprovida de companhias humanas, conhece a comunhão com DEUS.
DEUS procura filhos semelhantes à águia. Ninguém chega a uma percepção das melhores coisas de DEUS, sem que aprenda a andar a sós com Ele.
Encontramos Abraão sozinho nas alturas de Horebe. Moisés, instruído em toda a ciência do Egito, precisa ficar quarenta anos no deserto a sós com DEUS. Paulo, que era cheio da cultura grega precisou ir para os desertos da Arábia e aprender a vida a sós com DEUS.
Deixemos que DEUS nos isole.
Não me refiro ao isolamento de um mosteiro. Nessa experiência de isolamento de que falo, Ele desenvolve em nós independência de fé e vida; de modo que a alma não precise mais da constante ajuda, fé ou atenção do próximo. Essa assistência e inspiração de outros membros é necessária e tem o seu lugar no desenvolvimento cristão, mas chega um tempo em que os outros são um direto empecilho à fé e ao bem do indivíduo. DEUS sabe mudar as circunstâncias a fim de nos dar uma experiência a sós.
Um dia nos colocamos nas mãos de DEUS, submissos; e eis que Ele nos conduz através de alguma coisa.
Porém, quando isso passa, embora continuemos a amar do mesmo modo os que nos cercam, não dependemos mais deles e, sim, podemos ajudá-los a encontrar esse "a sós com DEUS".
Percebemos que Ele fez alguma coisa em nós e que as asas de nossa alma aprenderam a sobrevoar alturas maiores.
Precisamos atrever-nos a ficar sós.
Jacó precisou ser deixado só, para que o Anjo de DEUS segredasse ao seu ouvido o místico nome de Siló; Daniel precisou ser deixado a sós, para que tivesse visões celestiais; João precisou ser exilado em Patmos, para que pudesse receber e reter firmemente "as impressões do céu".
Jesus atravessou o vale da dor sozinho.
Estamos preparados para um "benéfico isolamento", a fim de recebermos a Luz do Sol de DEUS e sermos leais a Ele?
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Aproveite a oportunidade para se curar.
Coisas que preciso saber a meu respeito.
Quando alguém chamar a sua atenção para aquelas fraquezas que você vem ignorando ou negando, não se zangue!
Sabe, a vida usa as pessoas para nos alertar e permitir nosso crescimento. A pessoa é, simplesmente, uma ferramenta da vida. Ela está sendo usada pela vida quando você resiste em trabalhar as suas próprias fraquezas!
Dá para saber quando alguém diz uma coisa que nos causa resistência porque sentimos aquilo nos bater na boca do estômago, as orelhas esquentarem e as faces ficarem vermelhas. A sua primeira reação, talvez, seja querer interromper o outro. Ou, no instante em que ele acaba de falar, partir para o ataque. Quando você se pegar fazendo assim, pare! Pergunte-se: Por que é tão difícil ouvir isso? A que estou resistindo?
Você sente necessidade de se defender quando o outro percebe a sua fraqueza. Não estamos falando de situações em que a acusação é falsa ou superficial. Nem das situações em que o outro despeja a fraqueza dele sobre você. Estamos falando das situações em que alguém lhe revela coisas que você se recusa a enfrentar. Aquelas coisas que você procura esconder. Portanto, quando isso acontecer, esforce-se para náo se zangar. Veja isso como um sinal de que a vida quer lhe ajudar. Aproveite a oportunidade para se curar.
Até hoje, você pode não ter se dado conta, ou talvez tenha relutado em reconhecer, que há muitas coisas a seu respeito que requerem um pouco mais de atenção.
Na realidade, você pode ter reagido de maneira excessiva e iritada quando alguém as apontou. Hoje, permita-se tomar consciência das suas fraquezas quando estas lhe forem mostradas. Preste atenção especial nas coisas que causaram raiva quando foram ditas, Não é fácil, mas considere uma benção do Espírito elas lhe terem sido apontadas.
Texto copiado da Web
Quando alguém chamar a sua atenção para aquelas fraquezas que você vem ignorando ou negando, não se zangue!
Sabe, a vida usa as pessoas para nos alertar e permitir nosso crescimento. A pessoa é, simplesmente, uma ferramenta da vida. Ela está sendo usada pela vida quando você resiste em trabalhar as suas próprias fraquezas!
Dá para saber quando alguém diz uma coisa que nos causa resistência porque sentimos aquilo nos bater na boca do estômago, as orelhas esquentarem e as faces ficarem vermelhas. A sua primeira reação, talvez, seja querer interromper o outro. Ou, no instante em que ele acaba de falar, partir para o ataque. Quando você se pegar fazendo assim, pare! Pergunte-se: Por que é tão difícil ouvir isso? A que estou resistindo?
Você sente necessidade de se defender quando o outro percebe a sua fraqueza. Não estamos falando de situações em que a acusação é falsa ou superficial. Nem das situações em que o outro despeja a fraqueza dele sobre você. Estamos falando das situações em que alguém lhe revela coisas que você se recusa a enfrentar. Aquelas coisas que você procura esconder. Portanto, quando isso acontecer, esforce-se para náo se zangar. Veja isso como um sinal de que a vida quer lhe ajudar. Aproveite a oportunidade para se curar.
Até hoje, você pode não ter se dado conta, ou talvez tenha relutado em reconhecer, que há muitas coisas a seu respeito que requerem um pouco mais de atenção.
Na realidade, você pode ter reagido de maneira excessiva e iritada quando alguém as apontou. Hoje, permita-se tomar consciência das suas fraquezas quando estas lhe forem mostradas. Preste atenção especial nas coisas que causaram raiva quando foram ditas, Não é fácil, mas considere uma benção do Espírito elas lhe terem sido apontadas.
Texto copiado da Web
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
RESILIÊNCIA: o que é isso???
O termo resiliência está bastante em evidência no mundo corporativo.
Na verdade, esta é uma palavra que surgiu na Física, onde a resiliência é a capacidade que alguns materiais apresentam de voltar a sua forma original após serem submetidos à tensão Máxima.. Se pensarmos nos seres humanos, todos conhecemos pessoas que enfrentaram experiências avassaladoras e se recuperaram.
No mundo das organizações, a mudança das condições de mercado, a globalização, a redução dos recursos disponíveis (tempo, equipes, dinheiro, entre outros) e o aumento da competitividade tornam a resiliência uma competência essencial aos profissionais que querem ter destaque na vida profissional e pessoal. O mundo ficou mais complexo - basta assistir às notícias que os jornalistas nos trazem todos os dias.
O resiliente é aquele ser humano que consegue se recuperar frente às adversidades que enfrenta na existência, seja na vida profissional, seja na vida pessoal. É válido destacar que a pessoa resiliente não é aquela que é onipotente ou invulnerável, ou seja, que nada a atinge, É aquela que se sente atingida e que se recupera das situações difíceis.
A resiliência pode ser percebida em termos práticos, ou seja, é um comportamento observável. Os resilientes conseguem se manter serenos quando enfrentam a situação adversa e, mesmo com este cenário desfavorável, conseguem encontrar alternativas, por vezes com muita criatividade, para resolver a situação ou, pelo menos, minimizar seus impactos negativos.
Se pensarmos na vida pessoal, podemos dizer, com absoluta certeza, que todas as pessoas já enfrentaram alguma situação adversa como, por exemplo, crise existencial ou financeira, alguma situação de violência, doença ou, até mesmo, morte de alguém querido. A diferença é que as pessoas que conseguem exercer a resiliência consideram as condições adversas como parte da vida-
(é neste momento que aplicamos a expressão: C'est La Vie)
-e não como algo a ser evitado a qualquer custo. Os resilientes apresentam um comportamento de ESPERANÇA e buscam aprender com a experiência, já que não tem como evitá-la.
Habitualmente, os resilientes demonstram comportamentos de espiritualidade e valores conectados com um propósito de vida. Desta forma, encontram significado em torno das experiências que vivenciam como parte das lições da vida. Outra característica desses seres humanos é que eles focam o processo e abrem mão dos resultados. Os resilientes sabem que farão o melhor possível e que, no entanto, não têm a capacidade de controlar o mundo externo ou tais resultados. Desta forma, estes se mantêm em seu centro, com a esperança de que o melhor irá acontecer e que terão feito o que era possível.
Se pensarmos na coragem das pessoas que enfrentam uma doença incurável, verificaremos que aquelas que demonstram um comportamento resiliente buscam alternativas mesmo sem saber se o resultado será de um tempo de sobrevida ou não. E percebem que são capazes de contribuir com sua cura, mas, não de controlar seu destino ou tempo de vida - afinal, nenhum ser humano é.
Os resilientes certamente sabem que não são onipotentes(de forma que possam superar tudo) e, ao mesmo tempo, não se sentem impotentes (de forma que não possam fazer nada para contribuir com a melhoria de uma determinada situação).
No mundo corporativo, a competência resiliência começa a ser uma das mais valorizadas nos profissionais, junto com a competência de liderar as pessoas. Isso se deve às situações adversas que as organizações vivenciam todos os dias com mudanças constantes no mundo externo.
Ter pessoas que consigam manter-se "centradas" frente aos grandes desafios está se tornando um grande diferencial competitivo tanto para profissionais como para organizações.
Sem qualquer dúvida, os profissionais resilientes serão muito valorizados pelas corporações no mundo todo nos próximos anos ou, quem sabe, décadas
Se a resiliência é tão importante, como desenvolvê-la?
Podemos citar algumas possibilidades para o desenvolvimento desta competência:
AUTOCONHECIMENTO: Refletir sobre situações onde o enfrentamento de situações difíceis foi possível ou o que bloqueia a capacidade de resiliência pode ser uma ótima alternativa.
Atividades vivenciais relacionadas ao tema, "coaching" e/ou psicoterapia podem contribuir muito com o desenvolvimento desta competência. Os resilientes costumam desenvolver uma auto-imagem positiva justamente por terem conseguido ultrapassar obstáculos na vida, o que se transforma em autoconfiança. As situações adversas se tornam oportunidades de autoconhecimento.
MANUTENÇÃO DE RELAÇÕES AFETIVAS SAUDÁVEIS: Manter boas relações amorosas com família e amigos é uma das estratégias dos resilientes, pois estes conhecem a importância da "rede de proteção" no momento em que a tensão aumenta no mundo externo.
COMPORTAMENTO DE ACEITAÇÃO E GRATIDÃO: É comum ouvirmos relatos de pessoas que enfrentaram situações muito adversas e que se sentem gratas por estarem vivas. Isso acontece por terem percebido que aquela situação era transitória, que poderia ter sido muito pior e que as mudanças fazem parte da vida.
HÁBITO DE CUIDAR DE SI MESMO: As pessoas resilientes têm como hábito o autocuidado como uma forma de criarem "reservas" emocionais, físicas e espirituais para quando tiverem que enfrentar questões difíceis. Quando os resilientes percebem que as condições externas tornam-se desfavoráveis, sempre que possível, reforçam as ações de autocuidado para ter energia e serenidade e enfrentá-las da melhor forma possível.
PRÁTICA DE ALGUMA FORMA DE EXPRESSÃO DE VALORES PESSOAIS OU DE ESPIRITUALIDADE: os resilientes, de forma geral, expressam alguma forma de crença ou espiritualidade que traga força interior e esperança no momento em que o cenário externo se torne complexo. Práticas como a meditação, oração ou outras formas de reverência são comuns entre os resilientes.
EXPRESSÃO PRÁTICA DE AÇÕES PARA RESOLVER OU GERENCIAR A SITUAÇÃO ADVERSA NO MOMENTO PRESENTE: as pessoas resilientes não ficam sem ação frente à adversidade. Estas agem no mundo, da melhor forma, com serenidade e com o planejamento possíveis naquelas circunstâncias. A ação é sempre no momento presente com um sentimento de esperança em relação ao futuro.
Concluímos que a resiliência é, na verdade, perceber a vida como um caminho de aprendizagem e autoconhecimento.
SER RESILIENTE É DEIXAR DE SE SENTIR VÍTIMA DAS CIRCUNSTÂNCIAS PARA PERCEBER QUE A DOR, AS ADVERSIDADES E AS DÚVIDAS SÃO PARTE INTEGRANTE DA VIDA, QUE DEVEM SER ATRAVESSADAS E ULTRAPASSADAS COM ATITUDE POSITIVA.
Este texto foi escrito por DEISE C. Engelmann
Na verdade, esta é uma palavra que surgiu na Física, onde a resiliência é a capacidade que alguns materiais apresentam de voltar a sua forma original após serem submetidos à tensão Máxima.. Se pensarmos nos seres humanos, todos conhecemos pessoas que enfrentaram experiências avassaladoras e se recuperaram.
No mundo das organizações, a mudança das condições de mercado, a globalização, a redução dos recursos disponíveis (tempo, equipes, dinheiro, entre outros) e o aumento da competitividade tornam a resiliência uma competência essencial aos profissionais que querem ter destaque na vida profissional e pessoal. O mundo ficou mais complexo - basta assistir às notícias que os jornalistas nos trazem todos os dias.
O resiliente é aquele ser humano que consegue se recuperar frente às adversidades que enfrenta na existência, seja na vida profissional, seja na vida pessoal. É válido destacar que a pessoa resiliente não é aquela que é onipotente ou invulnerável, ou seja, que nada a atinge, É aquela que se sente atingida e que se recupera das situações difíceis.
A resiliência pode ser percebida em termos práticos, ou seja, é um comportamento observável. Os resilientes conseguem se manter serenos quando enfrentam a situação adversa e, mesmo com este cenário desfavorável, conseguem encontrar alternativas, por vezes com muita criatividade, para resolver a situação ou, pelo menos, minimizar seus impactos negativos.
Se pensarmos na vida pessoal, podemos dizer, com absoluta certeza, que todas as pessoas já enfrentaram alguma situação adversa como, por exemplo, crise existencial ou financeira, alguma situação de violência, doença ou, até mesmo, morte de alguém querido. A diferença é que as pessoas que conseguem exercer a resiliência consideram as condições adversas como parte da vida-
(é neste momento que aplicamos a expressão: C'est La Vie)
-e não como algo a ser evitado a qualquer custo. Os resilientes apresentam um comportamento de ESPERANÇA e buscam aprender com a experiência, já que não tem como evitá-la.
Habitualmente, os resilientes demonstram comportamentos de espiritualidade e valores conectados com um propósito de vida. Desta forma, encontram significado em torno das experiências que vivenciam como parte das lições da vida. Outra característica desses seres humanos é que eles focam o processo e abrem mão dos resultados. Os resilientes sabem que farão o melhor possível e que, no entanto, não têm a capacidade de controlar o mundo externo ou tais resultados. Desta forma, estes se mantêm em seu centro, com a esperança de que o melhor irá acontecer e que terão feito o que era possível.
Se pensarmos na coragem das pessoas que enfrentam uma doença incurável, verificaremos que aquelas que demonstram um comportamento resiliente buscam alternativas mesmo sem saber se o resultado será de um tempo de sobrevida ou não. E percebem que são capazes de contribuir com sua cura, mas, não de controlar seu destino ou tempo de vida - afinal, nenhum ser humano é.
Os resilientes certamente sabem que não são onipotentes(de forma que possam superar tudo) e, ao mesmo tempo, não se sentem impotentes (de forma que não possam fazer nada para contribuir com a melhoria de uma determinada situação).
No mundo corporativo, a competência resiliência começa a ser uma das mais valorizadas nos profissionais, junto com a competência de liderar as pessoas. Isso se deve às situações adversas que as organizações vivenciam todos os dias com mudanças constantes no mundo externo.
Ter pessoas que consigam manter-se "centradas" frente aos grandes desafios está se tornando um grande diferencial competitivo tanto para profissionais como para organizações.
Sem qualquer dúvida, os profissionais resilientes serão muito valorizados pelas corporações no mundo todo nos próximos anos ou, quem sabe, décadas
Se a resiliência é tão importante, como desenvolvê-la?
Podemos citar algumas possibilidades para o desenvolvimento desta competência:
AUTOCONHECIMENTO: Refletir sobre situações onde o enfrentamento de situações difíceis foi possível ou o que bloqueia a capacidade de resiliência pode ser uma ótima alternativa.
Atividades vivenciais relacionadas ao tema, "coaching" e/ou psicoterapia podem contribuir muito com o desenvolvimento desta competência. Os resilientes costumam desenvolver uma auto-imagem positiva justamente por terem conseguido ultrapassar obstáculos na vida, o que se transforma em autoconfiança. As situações adversas se tornam oportunidades de autoconhecimento.
MANUTENÇÃO DE RELAÇÕES AFETIVAS SAUDÁVEIS: Manter boas relações amorosas com família e amigos é uma das estratégias dos resilientes, pois estes conhecem a importância da "rede de proteção" no momento em que a tensão aumenta no mundo externo.
COMPORTAMENTO DE ACEITAÇÃO E GRATIDÃO: É comum ouvirmos relatos de pessoas que enfrentaram situações muito adversas e que se sentem gratas por estarem vivas. Isso acontece por terem percebido que aquela situação era transitória, que poderia ter sido muito pior e que as mudanças fazem parte da vida.
HÁBITO DE CUIDAR DE SI MESMO: As pessoas resilientes têm como hábito o autocuidado como uma forma de criarem "reservas" emocionais, físicas e espirituais para quando tiverem que enfrentar questões difíceis. Quando os resilientes percebem que as condições externas tornam-se desfavoráveis, sempre que possível, reforçam as ações de autocuidado para ter energia e serenidade e enfrentá-las da melhor forma possível.
PRÁTICA DE ALGUMA FORMA DE EXPRESSÃO DE VALORES PESSOAIS OU DE ESPIRITUALIDADE: os resilientes, de forma geral, expressam alguma forma de crença ou espiritualidade que traga força interior e esperança no momento em que o cenário externo se torne complexo. Práticas como a meditação, oração ou outras formas de reverência são comuns entre os resilientes.
EXPRESSÃO PRÁTICA DE AÇÕES PARA RESOLVER OU GERENCIAR A SITUAÇÃO ADVERSA NO MOMENTO PRESENTE: as pessoas resilientes não ficam sem ação frente à adversidade. Estas agem no mundo, da melhor forma, com serenidade e com o planejamento possíveis naquelas circunstâncias. A ação é sempre no momento presente com um sentimento de esperança em relação ao futuro.
Concluímos que a resiliência é, na verdade, perceber a vida como um caminho de aprendizagem e autoconhecimento.
SER RESILIENTE É DEIXAR DE SE SENTIR VÍTIMA DAS CIRCUNSTÂNCIAS PARA PERCEBER QUE A DOR, AS ADVERSIDADES E AS DÚVIDAS SÃO PARTE INTEGRANTE DA VIDA, QUE DEVEM SER ATRAVESSADAS E ULTRAPASSADAS COM ATITUDE POSITIVA.
Este texto foi escrito por DEISE C. Engelmann
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
PODEMOS NOS TRANSFORMAR EM HARPAS EÓLICAS?
"Quem crê em mim, como diz a Escritura, do seu interior manarão rios de água viva. (Jo 7:38)
Alguns de nós ficamos temerosos e imaginando por que o Espírito Santo não nos enche. Não será porque estamos recebendo em abundância, mas não estamos repassando o que recebemos?
Comece a dar a benção que você tem: alargue seus planos de serviço e benção e logo descobrirá que o Espírito Santo está indo à sua frente; e ele o presenteará com benção para o serviço e confiará às suas mãos tudo o que puder, para ser dado a outros.
Há na natureza um belo fato que tem seus paralelos na esfera espiritual. Não há música tão maviosa como a de uma harpa eólica; e a harpa eólica nada mais é do que um conjunto de cordas musicais dispostas em harmonia, e que são vibradas pelos ventos. E que dizem que quando isto acontece, notas quase celestiais ecoam pelos ares, como se um coro de anjos estivesse passando por ali e tangendo aquelas cordas.
Assim, é possível conservarmos o coração tão aberto ao toque do Espírito Santo, que Ele pode tocar ali o que quer, enquanto quietamente nos colocamos à sua disposição nos caminhos do seu serviço. (Days of Heaven upon Earth)
Quando os apóstolos foram cheios do Espírito Santo, não alugaram o cenáculo para ficar ali fazendo reuniões de santificação, mas saíram por toda parte, pregando o Evangelho. - Will Huff
Extraído do livro- Mananciais no Deserto - Lettie Cowman
Alguns de nós ficamos temerosos e imaginando por que o Espírito Santo não nos enche. Não será porque estamos recebendo em abundância, mas não estamos repassando o que recebemos?
Comece a dar a benção que você tem: alargue seus planos de serviço e benção e logo descobrirá que o Espírito Santo está indo à sua frente; e ele o presenteará com benção para o serviço e confiará às suas mãos tudo o que puder, para ser dado a outros.
Há na natureza um belo fato que tem seus paralelos na esfera espiritual. Não há música tão maviosa como a de uma harpa eólica; e a harpa eólica nada mais é do que um conjunto de cordas musicais dispostas em harmonia, e que são vibradas pelos ventos. E que dizem que quando isto acontece, notas quase celestiais ecoam pelos ares, como se um coro de anjos estivesse passando por ali e tangendo aquelas cordas.
Assim, é possível conservarmos o coração tão aberto ao toque do Espírito Santo, que Ele pode tocar ali o que quer, enquanto quietamente nos colocamos à sua disposição nos caminhos do seu serviço. (Days of Heaven upon Earth)
Quando os apóstolos foram cheios do Espírito Santo, não alugaram o cenáculo para ficar ali fazendo reuniões de santificação, mas saíram por toda parte, pregando o Evangelho. - Will Huff
Extraído do livro- Mananciais no Deserto - Lettie Cowman
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
O Rei da Alegria e da Tristeza - Quem Será??
Entristecidos, mas sempre alegres. (2 Cor 6.10)
A Tristeza era bela, mas sua beleza era como a beleza do luar, quando passa através dos ramos das árvores na mata forma pequenas poças de prata no chão.
Quando a Tristeza cantava, suas notas soavam como o doce e suave gorgeio do rouxinol, e em seus olhos havia aquele ar de quem cessou de esperar pela vinda da alegria. Ela sabia, compadecidamente, chorar com os que choram; mas alegrar-se com os que se alegram era-lhe desconhecido.
A Alegria era linda também, e a sua beleza era como a beleza radiante de uma manhã de verão. Seus olhos ainda traziam o riso alegre da meninice, e em seus cabelos pousava o brilho do sol.
Quando a Alegria cantava, sua voz se lançava aos ares como a da cotovia, e seus passos eram como os passos do vencedor que jamais conheceu derrota. Ela podia alegrar-se com os que se alegram, mas chorar com os que choram era-lhe desconhecido.
"Nós nunca podemos estar unidas", disse a Tristeza pensativa.
"Não, nunca". E os olhos da Alegria ficaram sérios, quando respondeu.
"O meu caminho atravessa campos ensolarados; as roseiras mais lindas florescem quando eu passo, para que as colha, e os melros e tordos esperam minha passagem, para derramar seus mais alegres trinados."
"O meu caminho" disse a Tristeza afastando-se vagarosamente, "atravessa a mata sombria; minhas mãos só podem encher-se das flores noturnas. Contudo, toda a beleza e valor que a noite encerra me pertencem! Adeus, Alegria, adeus."
Quando ela acabou de falar, ambas tiveram consciência de uma presença próxima; indistinta, mas com um aspecto de realeza. E uma atmosfera de reverência e santidade as fez ajoelharem-se perante Ele.
"Eu o vejo como o Rei da Alegria", murmurou a Tristeza, "pois sobre a Sua cabeça estão muitas coroas, e as marcas das Suas mãos e pés são sinais de uma grande vitória. Diante dEle toda a minha tristeza está-se transformando em amor e alegria imortais, e eu me dou a Ele para sempre."
"Não, Tristeza", sussurrou a alegria, "eu o vejo como o Rei da dor. Sua coroa é de espinhos, e as marcas das Suas mãos e pés são marcas de uma grande agonia. Eu também me dou a Ele para sempre, pois a tristeza com Ele deve ser muito mais doce do que qualquer alegria que eu conheço."
"Então,,, nele, nós somos uma", exclamaram com júbilo. "pois somente Ele poderia unir Alegria e Tristeza."
De mãos dadas, saíram elas para o mundo, para segui-Lo na tempestade e na bonança, na desolação do inverno e na alegria do verão, "entristecidos, mas sempre alegres".
O filho do Senhor,
Embora entristecido
Pelas coisas que oprimem
E a batalha cerrada
(Porque os dias são maus.
E os tempos, trabalhosos!)
Conhece uma alegria
E uma paz interior
Que o mundo não conhece
E que ninguém lhe tira:
O GOZO E A PAZ DE DEUS!!
A Tristeza era bela, mas sua beleza era como a beleza do luar, quando passa através dos ramos das árvores na mata forma pequenas poças de prata no chão.
Quando a Tristeza cantava, suas notas soavam como o doce e suave gorgeio do rouxinol, e em seus olhos havia aquele ar de quem cessou de esperar pela vinda da alegria. Ela sabia, compadecidamente, chorar com os que choram; mas alegrar-se com os que se alegram era-lhe desconhecido.
A Alegria era linda também, e a sua beleza era como a beleza radiante de uma manhã de verão. Seus olhos ainda traziam o riso alegre da meninice, e em seus cabelos pousava o brilho do sol.
Quando a Alegria cantava, sua voz se lançava aos ares como a da cotovia, e seus passos eram como os passos do vencedor que jamais conheceu derrota. Ela podia alegrar-se com os que se alegram, mas chorar com os que choram era-lhe desconhecido.
"Nós nunca podemos estar unidas", disse a Tristeza pensativa.
"Não, nunca". E os olhos da Alegria ficaram sérios, quando respondeu.
"O meu caminho atravessa campos ensolarados; as roseiras mais lindas florescem quando eu passo, para que as colha, e os melros e tordos esperam minha passagem, para derramar seus mais alegres trinados."
"O meu caminho" disse a Tristeza afastando-se vagarosamente, "atravessa a mata sombria; minhas mãos só podem encher-se das flores noturnas. Contudo, toda a beleza e valor que a noite encerra me pertencem! Adeus, Alegria, adeus."
Quando ela acabou de falar, ambas tiveram consciência de uma presença próxima; indistinta, mas com um aspecto de realeza. E uma atmosfera de reverência e santidade as fez ajoelharem-se perante Ele.
"Eu o vejo como o Rei da Alegria", murmurou a Tristeza, "pois sobre a Sua cabeça estão muitas coroas, e as marcas das Suas mãos e pés são sinais de uma grande vitória. Diante dEle toda a minha tristeza está-se transformando em amor e alegria imortais, e eu me dou a Ele para sempre."
"Não, Tristeza", sussurrou a alegria, "eu o vejo como o Rei da dor. Sua coroa é de espinhos, e as marcas das Suas mãos e pés são marcas de uma grande agonia. Eu também me dou a Ele para sempre, pois a tristeza com Ele deve ser muito mais doce do que qualquer alegria que eu conheço."
"Então,,, nele, nós somos uma", exclamaram com júbilo. "pois somente Ele poderia unir Alegria e Tristeza."
De mãos dadas, saíram elas para o mundo, para segui-Lo na tempestade e na bonança, na desolação do inverno e na alegria do verão, "entristecidos, mas sempre alegres".
O filho do Senhor,
Embora entristecido
Pelas coisas que oprimem
E a batalha cerrada
(Porque os dias são maus.
E os tempos, trabalhosos!)
Conhece uma alegria
E uma paz interior
Que o mundo não conhece
E que ninguém lhe tira:
O GOZO E A PAZ DE DEUS!!
Assinar:
Postagens (Atom)